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São Miguel do Iguaçu

Comitê discute criação de protocolo para atendimento das famílias em situação de vulnerabilidade

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Na última sexta-feira, 03, aconteceu a 5ª reunião do ano do Comitê de Gestão Colegiada da Rede de Cuidado e de Proteção Social de Crianças e Adolescentes Vítimas ou Testemunhas de Violência na sala de reuniões da prefeitura municipal.

O Comitê, criado no último dia 08 de julho, tem o objetivo de articular, mobilizar, planejar, acompanhar e avaliar as ações da rede intersetorial, além de colaborar para a definição dos fluxos de atendimento, de forma a melhorar cada vez mais os atendimentos à criança ou ao adolescente pelas políticas públicas do nosso município.

O comitê é composto por representantes das secretarias municipais de Assistência Social; Cultura, Esporte e Lazer; Educação e Saúde; do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente; do Conselho Tutelar, e pela chefe de Divisão da Rede de Proteção da Criança e do Adolescente.

Nesta reunião, um dos pontos da pauta foi a criação de um protocolo para atendimento das famílias que não são protetivas para as crianças, e por isso são atendidas pela rede, havendo chances de ter destituição do poder familiar e o encaminhamento da criança para a família extensa ou a adoção.

“Esta é uma preocupação de toda Rede de Proteção do nosso município, por isso a importância de criar um protocolo de atendimento, que preveja por quanto tempo a família será atendida, o quanto de melhora é importante a família ter para manter-se responsável pela criança, o envolvimento das políticas públicas para dar suporte para esta família; mas sempre pensando no superior interesse da criança, que deve estar acima inclusive dos direitos dos pais ou responsáveis”, disse a chefe de Divisão da Rede de Proteção da Criança e do Adolescente, Vanessa Tramontin da Soler Araújo.

Trata-se de um tema polêmico, mas também extremamente necessário de ser pensado e discutido com muita seriedade e ética, dando condições para que a família exerça sua função, mas também cobrando das famílias que garantam os direitos das crianças e adolescentes de crescer e se desenvolver de maneira digna.

O representante do Ministério Público, Dr. Pedro Domingues Wanderley, esteve presente, fez uma fala a respeito do tema, e ao final da reunião externou elogios aos profissionais da Rede de Proteção da Criança e do Adolescente do município.

Fonte: Assessoria

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