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Esporte

De inédito a vergonhoso: “faísca” incendeia jogadores, e Gre-Nal estreia queimado na Libertadores

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em

Safismi

O Gre-Nal 424 parecia totalmente controlado durante 85 minutos. Mas a fogueira do clássico precisou de uma faísca para incendiar de vez a noite de quinta-feira na Arena. O primeiro clássico da Libertadores foi do ineditismo ao sentimento de vergonha de ambas as partes, com direito a briga generalizada e oito expulsões.

Muito antes de jogadores trocarem socos e pontapés, as diretorias de Grêmio e Inter confraternizaram em uma churrascaria de Porto Alegre para dar certo ar de pacificação ao Gre-Nal. O clássico estava pronto para ter um ambiente saudável e de futebol ofensivo.

De fato, foi o que se presenciou até os 40 minutos do segundo tempo. Tanto Grêmio quanto Inter tiveram chances de abrir o placar. Se alguém evitasse o 0 a 0 na Arena, não haveria injustiça. Porém…

A fagulha

Bastou uma faísca para incendiar um clássico que parecia ser à prova de fogo. O cronômetro marcava 40 minutos do segundo tempo quando Jean Pyerre dominou a bola no meio e tocou para Pepê.

O atacante do Grêmio disparou pela direita de ataque, disputou no corpo com Moisés, caiu e ganhou a lateral. Mas sofreu contato do adversário por trás, no chão, se levantou e partiu para o bate-boca.

O que parecia ser uma discussão normal de jogo tornou-se uma sequência de cenas lamentáveis. Luciano apareceu para peitar Moisés, foi agarrado no pescoço e se enroscou com Edenilson, que defendia o colega. A partir daí, cada ação recebeu uma reação. E ninguém mais controlou o incêndio em vermelho e azul.

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