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Unila e Polícia Federal realizam mutirão de documentos para estudantes estrangeiros

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Um mutirão para emissão e renovação da Carteira de Registro Nacional Migratório (CRNM) iniciou-se nesta segunda-feira (19), na UNILA – Unidade da Vila A. A ação é voltada sobretudo aos estudantes estrangeiros da Universidade. A expectativa é de que cerca de 650 acadêmicos, entre calouros e veteranos, sejam atendidos até o dia 2 de março. O mutirão é realizado na UNILA desde 2015, em parceria com o Núcleo de Migração da Polícia Federal.

“Esse documento é fundamental para a regularização do estudante estrangeiro no Brasil – para sua permanência legal, recebimento de benefícios de assistência estudantil, realização de mobilidade e, inclusive, para que os calouros efetivem sua matrícula, caso não tenham os documentos”, aponta Fabíola Belini, servidora técnico-administrativa em educação da Seção de Apoio aos Estrangeiros (SAE), da Pró-Reitoria de Relações Institucionais e Internacionais da UNILA (PROINT).

O mutirão tem o objetivo de facilitar o processo para o estudante, que não precisa se deslocar até a Polícia Federal. “No atendimento, ele passa por uma triagem inicial e geralmente já chega com toda documentação necessária”, diz o agente da Polícia Federal Delano de Sousa. Foi o caso da estudante caloura de Relações Internacionais Liz Valeria, do Paraguai. “Eu já tinha alguns documentos, porque já fiz um curso no Brasil, mas faltava outra documentação e esse serviço facilitou o trâmite”, diz.

No atendimento também atuam, de forma voluntária, 40 estudantes hispanofalantes veteranos. Assim, os calouros que buscam a regularização encontram um acolhimento de acadêmicos que já passaram por essa experiência e que podem tirar as dúvidas na língua materna dos ingressantes. “Como veteranos, sabemos que é difícil este início. Os calouros às vezes chegam perdidos, não conhecem a cidade, e nós podemos compartilhar informações”, coloca Ruth Rolón, estudante do curso de Engenharia de Energia. O estudante venezuelano Mario Salas, do curso de Medicina, recebeu esse apoio quando chegou à UNILA e, agora, sente-se na obrigação de retribuir. “Recebi essa ajuda e agora é uma oportunidade de também oferecer esse apoio. Também já tinha esse trabalho de ajudar outros estudantes venezuelanos com questão de vistos e documentos”, conta.

Fonte: Unila

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