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Seguros de pessoas movimentam mais de R$ 16 bi no 1º semestre, apenas no Brasil

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O mercado de seguros de pessoas, que adequa planos de proteção para veículos, residências, acidentes, registrou R$ 16,68 bilhões de reais no primeiro semestre de 2017. O valor se refere ao pagamento dos beneficiários para a contratação de coberturas de seus riscos pessoas.

De acordo com dados da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi), o montante pago pelos segurados foi 10,96% superior em relação aos seis primeiros meses do ano passado.

A pesquisa apontou o seguro de vida como o maior representante do setor com um total de R$6,61 bilhões, que representa 39,6% do total registrado. Além desse gênero, outros setores apresentaram um crescimento significativo, com evolução acima dos 20% quando comparado ao total acumulado dos seis primeiros meses do ano passado. Entre eles, estão o seguro prestamista (21%), seguro de vida resgatável (27%), viagem (52%) e educacional (24,03%).

Para a economista Patrícia Costa Koch, o crescimento na procura pelos seguros aconteceu devido à redução nas taxas de juros em todo o comércio brasileiro. “A redução dos juros impulsiona o mercado em geral, desencadeando a disponibilidade financeira para aquisição de bens. Então, consequentemente, os consumidores tendem a buscar proteção para esses produtos adquiridos”, explicou.

Diante do cenário financeiro do país, Koch assume que é arriscado assumir a compra de um produto sem seguro. “A insegurança é geral. Qualquer imprevisto, como um roubo ou acidente, pode atrapalhar o orçamento de uma família inteira”, justificou. Para ela, a contratação de um seguro também é extremamente viável para garantir a tranquilidade dos consumidores.

Mapa dos beneficiários
A pesquisa da FenaPrevi indicou onde estão a maior parte dos beneficiários no Brasil. Do total de R$ 16,68 bilhões de reais pagos pelos seguros no primeiro semestre, o estado de São de Paulo respondeu por 44,4% do montante pago para seguros pessoais. Em seguida, o Rio de Janeiro tem 9,2% de representatividade, seguido por Distrito Federal (8,2%) e Rio Grande do Sul (7,9). O Paraná aparece apenas na quinta posição, responsável por 5,5% dos seguros. Os demais estados não alcançaram 3% de representatividade.

Massa News

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