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Esporte

Pepê saiu de Foz do Iguaçu para se tornar a terceira maior venda do Grêmio

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Safismi

Apenas 12 jogos e cinco gols. Esses são os números do atacante Pepê com a camisa do time principal do Foz do Iguaçu Futebol Clube, entre o segundo semestre de 2015 e os primeiros quatro meses de 2016. Foram suficientes para chamar a atenção do Grêmio (RS) e contratá-lo na época, por R$ 500 mil pela compra de 70% do seu passe. Os 30% restantes ficaram com o Foz.

Hoje, cinco anos após a primeira partida pelo Azulão da Fronteira, Pepê se tornou a terceira maior negociação do Grêmio com um clube europeu. E, de quebra, rendeu bom dinheiro aos cofres do time da fronteira.

A venda de Eduardo Aquino, o Pepê, pelo Grêmio ao Porto foi oficializada na quinta-feira (18), por 15 milhões de euros. O contrato será até 2026, mas Pepê permanece no clube gaúcho até junho, transferindo-se apenas em julho de 2021. Com isso, ele poderá disputar as finais da Copa do Brasil contra o Palmeiras, nos dias 28 de fevereiro (Arena do Grêmio) e 7 de março (Allianz Parque). A venda de Pepê foi a terceira maior do clube gaúcho, atrás de Arthur para o Barcelona-ESP em 2018 (31 milhões de euros) e Everton Cebolinha ao Benfica-POR (20 milhões de euros).

O pagamento do Foz, cerca de R$ 29,43 milhões na cotação atual, será paga somente no segundo semestre de 2022, após as quatro parcelas que o Grêmio irá receber em junho e agosto de 2021 e janeiro e junho de 2022. Pelo mecanismo de solidariedade da FIFA, pago aos clubes formadores de atletas, o Foz FC tem direito a R$ 981 mil. Este valor é de responsabilidade do Porto e deverá ser pago ainda em 2021.

Planejando o futuro

Vale lembrar que o Foz FC está licenciado das atividades do futebol desde 2020. O clube foi rebaixado no Paranaense de 2019 e no ano seguinte, quando iria disputar a Segunda Divisão Estadual, a diretoria pediu licença na Federação Paranaense de Futebol (FPF) e isso fez com que fosse automaticamente rebaixado para a Terceira Divisão.

Em entrevista ao Globo Esporte, o presidente do clube, Arif Osman, projeta utilizar mais jogadores das categorias de base, para que o exemplo de Pepê não seja um caso isolado. Ele projeta o time iguaçuense retornando à elite do futebol paranaense em 2023 e, aí tentar uma vaga na Série C ou até mesmo Série B do Campeonato Brasileiro até 2026.

Com o dinheiro que irá receber da venda do atacante iguaçuense ao clube português, que Arif Osman garante “não ser tudo o que está sendo divulgado na imprensa”, ele projeta a construção de dois Centros de Treinamentos para o time adulto, um com grama natural e outro sintética, e outro CT para as categorias de base do clube, com grama natural. Além de Pepê, o Foz tem percentual de vendas e direitos sobre outros 11 atletas. Um time inteiro que pode render um bom futuro financeiro para a equipe da tríplice fronteira.

Fonte: Portal da Cidade – Bruno Zanette

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