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Agricultura

Exportações argentinas de maçã ao Brasil caem 58%

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A Câmara de Produtores Agrícolas do município argentino de General Roca, na província de Rio Negro, divulgou um informativo que revelou que as exportações argentinas de maçã ao Brasil caíram 58% entre Janeiro e Agosto deste ano, tudo em função da falta de competitividade.

“Não somos competitivos comparados ao Chile, eles têm um custo de produção entre 50% e 60% menor”, explicou José Alberto García, presidente da Câmara.

Para Garcia, o problema de competitividade das províncias que estão distante do centro argentino, ou “economias regionais”, é que os custos de transportes são muito altos e a carga tributária é muito pesada. Além disso, reclama também do preço dos combustíveis e das margens dos intermediários.

“É preciso mudar as políticas comerciais para a fruticultura”, disse o presidente da entidade, se queixando também dos custos de mão-de-obra intensiva que acarretam colher a fruta na Patagônia, enquanto que na região “Pampeana se coloca um trabalhar a cada mil hectares”.

Paralelamente a isso, lamentou sobre as frutas que deixa de se comercializar. “A Polônia está levando sucos aos Estados Unidos, nosso prinicipal comprador, a um preço dois vezes mais barato que podemos enviar a partir desta zona”, disse Garcia. Ele recordou a produção do Vale do Rio Negro produzia cerca de 40% do volume para sucos e 95% dessa produção ia para os Estados Unidos. “O custo do esfriamento, por manter em uma câmara frigorífica, é de ao redor de quatro pesos por quilo, mais um custo de produção de 34 centavos de dólar por quilo. Temos que baixar esse custo ou não vamos ser competitivos nunca”, afirmou .

Agrolink

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