Atlético-MG, enfim, alcança o alívio, mas não há o que comemorar no melancólico 2019

O torcedor do Atlético-MG, enfim, respirou aliviado. O objetivo que restou ao time em 2019 era quase que uma obsessão diante do cenário criado. O atleticano contava os dias não para uma conquista, mas para afastar de vez o risco de rebaixamento. O tormento acabou com a vitória sobre o Corinthians, por 2 a 1, no Independência (veja no vídeo acima), em uma temporada cheia de decepções, na qual a torcida só queria terminar o ano com um pouco de tranquilidade.

Ainda resta ao Atlético uma boa chance de vaga na Sul-Americana, classificação que será importante para a planejamento do clube, afinal, um disputa internacional pode impulsionar o orçamento. Estão em jogo melhores cotas de TV, por exemplo. Porém, diante de um ano tão ruim para o time (cinco competições e nenhum título), o torcedor alvinegro, mesmo distante dos objetivos traçados no começo de 2019, só queria mesmo era carimbar a permanência na Série A do Brasileiro.

– Uma equipe do tamanho do Atlético brigar contra o rebaixamento não condiz com sua grandeza, mas é o que a gente tinha dentro do campeonato, infelizmente tivemos um ano muito abaixo, a gente assume isso. Mas conseguimos nos livrar, que é nosso objetivo principal neste momento.

“Até que enfim, teremos uma semana tranquila depois de um ano inteiro de críticas e cobranças, merecidas. Mas tentando somar o maior número de pontos para ver onde podemos chegar na tabela” – disse Fábio Santos.

Independentemente da posição em que o Atlético terminará, a diretoria deve agora acelerar pontos do planejamento de 2020. Entre eles, quem vai comandar a equipe. Vagner Mancini, terceiro técnico do time em 2019, chegou com cara de “treinador tampão” e tem contrato até o fim de dezembro. Perguntas sobre o futuro são feitas. As respostas pouco clareiam.

– Eu não posso falar sobre 2020 já que meu contrato vai até o último dia de 2019 – disse Mancini.

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