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Agricultura

Milho: Semana começa com cotações em campo misto na Bolsa de Chicago

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Safismi

A semana começa com desvalorizações para os preços internacionais do milho futuro na Bolsa de Chicago (CBOT). O primeiro contrato encerrou com uma queda de 1,25 pontos, já as demais cotações encerraram a segunda-feira (26) com valorizações de 0,50 pontos.

O vencimento setembro/19 foi cotado à US$ 3,58 por bushel com baixa de 1,25 pontos, o dezembro/19 valeu US$ 3,68 por bushel com alta de 0,50 pontos, o março/20 foi negociado por US$ 3,80 por bushel com valorização de 0,50 pontos e o maio/20 teve valor de US$ 3,89 por bushel com alta de 0,50 pontos.

De acordo com as informações do Ben Potter da Farm Futures, as cotações futuras do milho não tiveram grandes movimentações nesta sessão e o dia foi marcado por algumas movimentações técnicas. “Os preços do milho operaram em campo misto em meio às movimentações técnicas irregulares”, afirma Ben Potter.

Outro fator que influenciou o mercado foi a tentativa de acordo comercial entre os Estados Unidos e o Japão. O presidente Donald Trump disse que a nação asiática compraria grandes quantidades de milho dos EUA, mas não deu detalhes. O Japão também compraria carne bovina, suína, trigo, etanol e laticínios.

“O primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, disse que há trabalho a ser feito no acordo. Ainda assim, espera-se que um acordo seja assinado no próximo mês, de acordo com relatos da mídia”, informou a Reuters.

Mercado Interno

No mercado físico brasileiro, a sexta-feira registrou cotações permanecendo sem movimentações, em sua maioria. Em levantamento realizado pela equipe do Notícias Agrícolas, a única que registrou desvalorização foi Castro/PR com uma queda de 1,43% com a saca ao redor de R$ 34,50.

Já as valorizações foram percebidas apenas nas praças de Sorisso/MT, que registrou uma alta de 10,00/% no balcão e terminou o dia cotado a R$ 22,00 a saca. Já em Brasília, a alta foi de 9,43% com a saca a R$ 29,00.

A XP Investimentos aponta que o mercado físico de milho abre a semana estudado. “Localmente, tanto compradores quanto vendedores estão fora do mercado, apenas testando as cotações. Enquanto produtores seguram suas cargas exigindo preços maiores na exportação, granjas e indústrias possuem bons estoques e programação de cargas para receber. Assim, os agentes apenas “assistem” o mercado externo e a movimentação da taxa de câmbio”, dizem os analistas.

Ainda nesta segunda-feira, o Cepea divulgou que as diferentes condições de oferta e demanda regional têm feito com que os preços do milho apresentem movimentos distintos dentre as praças acompanhadas.

“Esse contexto reduz o ritmo de negócios, levando compradores a adquirir apenas pequenos lotes para o curto prazo. Já na região dos portos, o bom ritmo das exportações mantém em alta os valores do cereal”, aponta o boletim.

Já as exportações de milho brasileiro terminaram a quarta semana de agosto com média de 369,9 mil toneladas por dia útil, índice 201,1% maior do que o mesmo período do ano passado, quando a média diária foi 122,8 mil toneladas.

 

Notícias Agrícolas

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